Diário de viagem

Nara: yakitori

Café da manhã, sabe como é… Eu já contei na publicação de ontem.

Na estação de Kyoto pegamos o trem para Nara, a primeira capital permanente do Japão, e uma hora depois desembarcamos. Preferimos ir caminhando até o templo e parque que visitaríamos, para assim dar aquela olhada na cidade. Não tivemos dificuldade para nos localizar porque estávamos com internet, mas o que observamos era o esperado: quanto menor a cidade, maior a dificuldade para quem só usa o inglês para se comunicar.
Na parte mais central de Nara, onde fica o parque, tem alguns (muitos) cervos daquela espécie do Bambi (que tem uns pontinhos amarelos no dorso). As pessoas se encantam, acham divertido, dão comida, algumas tem medo e correm… Aí fica aquele monte de bicho na praça se aproximando e, às vezes, até roubando as coisas das mãos do povo. Eu acho é engraçado!

Nosso intuito em Nara era ir ao templo Todaiji, a maior estrutura de madeira existente na Terra. Dentro dela há o Daibutsu, a estátua do grande Buddha.

Então, vencendo o assédio dos cervinhos, conseguimos entrar no Templo:

É impressionante. Receio não conseguir por em palavras o quanto ficamos maravilhados com a beleza de lá, daquelas imagens, então prefiro dizer só isso.

No museu ao lado do templo tem réplicas em tamanho real das mãos da estátua do Buda. É realmente uma imagem enorme!

Ainda dentro do templo havia um pequeno buraco em uma das vigas de sustentação por onde algumas pessoas se aventuravam a passar por ali. Depois fui buscar o porquê daquilo e li que aquele buraco tinha as dimensões da narina do Daibutsu, e quem conseguia atravessá-la teria clareza mental, discernimento, essas coisas. Então tá, né?

Almoçamos pelo parque mesmo, em um café que servia ramen. Fomos descendo de volta para a estação e Vimos outra lojinha de jogos, entramos pra dar uma olhada. Lembram daquele joguinho que tinha que pisar nas setinhas conforme o ritmo (e que tinha uma galera que fazia tudo certinho numa velocidade inimaginável)? Pois bem…

Tem o de “piano”.

Tem esse:

Tem joguinho de tambor, por que não?

Esses japoneses maravilhosos.

Retornando para o hostel, pegamos a avenida paralela à de costume, e encontramos diversos “izakayas”, que são bares que tem petisquinhos. Achamos um que servia yakitori (que são espetinhos de cortes de frango) e decidimos voltar dali a pouco para comermos algo antes de dormir. Decisão acertadíssima!

Já estou com saudades!

Assim findou mais um dos dias na terra do Sol Nascente.

Foto bônus minha com o mascote da cidade de Nara, que é um Cerbuda ou Budervo, não sei.

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